terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A Teoria das Classes Sociais


Desde que nasci, cresci e comecei a analisar a sociedade sob uma perspectiva *jebística, um fenômeno me chama a atenção: A Teoria das Classes Sociais. Essa teoria é baseada na análise minuciosa dos contos que ouvi das faxineiras que já trabalharam para minha família, dos amigos ricos que um dia quis ter e das minhas andanças como jovem de classe média.
TCS é basicamente a detecção de uma "lógica sexual" presente nas sociedades contemporâneas que identifica a relação entre o ínicio da vida sexual, a quantidade de *jebs per capita e o círculo social em que somos criados. 
É por causa dessa teoria que, após muitas aventuras e desventuras sexuais, consigo hoje enxergar claramente que me esforçarei o resto da vida para repor o tempo perdido com o “delay” ao qual fui submetido na maternidade. Abaixo, a análise resultante desses anos todos de observação, devaneios e muito voyeurismo:


A classe pobre (que só se fode): Lá pelos 11, 12 ou 13 anos, as crianças se cansam de brincar de pega-pega, começam a enxergar erotismo no esconde-esconde e acabam descobrindo o sexo muito cedo. Tudo isso fruto da ausência de afetividade e de orientação dos pais, da impossibilidade de acesso a outros tipos de entretenimento (videogame, cinema, fliperama, etc.) e da combinação de malandragem com tempo livre (sinônimo de vagabundagem). O sexo vira o passatempo predileto da moçada sem discriminação de credo, cor ou tamanho do boi classe social.


A classe rica (que só fode): Os bem-nascidos em geral começam a ser mimados desde o berço quando recebem seus macacões e enxovais personalizados com as cores do São Paulo, do Palmeiras e em quantidade absurdamente menor, do Corinthians. Crescem à base de leite-com-pêra e já lá pelos 14 ou 15 anos só querem dirigir o carrão do papai e pegar as “patzinhas” que se interessam por grana eles. Essa turminha que “não quer nada com a hora do Brasil” começa então a pensar exclusivamente em três coisas: Carros, Dinheiro e Mulher. Todos então começam a ter acesso ao sexo facilmente, variando de acordo com o quociente de beleza do "riquinho" - quanto mais gordo mais se paga pelo *jeb.


A classe média (que não fode, nem sai de cima): É a classe que é religiosa, mas não é fervorosa; que é rica, mas não pode abusar; que valoriza o estudo e o trabalho, mas não tem tempo para desfrutar de seus benefícios; que dorme tarde e acorda cedo; que aposta na mega-sena a vida toda e não ganha nem a raspadinha. A classe social onde se encontram a maioria dos “virgens de 40 anos”, dos BVs aos 20 anos e dos heterossexuais não-praticantes começa a vida sexual entre os 16 e 50 anos, em geral num puteiro barato (média de R$30,00) e é disparada a que mais se masturba ao longo da vida.

A conclusão que tiro dessa teoria é simples e reforça um antigo pensamento: "Quanto mais você se preocupa, menos se diverte". So...don't worry, be happy.

P.S.: A TCS é mais uma hipótese do que uma teoria (porque não é comprovada cientificamente), por isso fico totalmente aberto a críticas.



Música do dia:

Cartel - Wasted

7 comentários:

  1. "'delay' á que foi submetido da maternidade"... como vc é ridículo! hahahaha

    Atá hoje, das 3, eu só tinha pensado na classe "pobre". Mas todas são muito verdade!!
    Eu só não comecei minha vida sexual num puteiro barato!! =P

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  2. Gênio.
    Cara, mas faltou fazer um gráfico relacionando a quantidade de dinheiro versus a iniciação sexual. Acho que o negócio começa lá no alto, cai para um vale na classe média e depois volta a um patamar superior, porém, mais baixo do que a galera sem grana.

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  3. Muito bom! hahahaha.. mas se aplica a classe masculina.. podemos pensar na categorização da TCS feminina..

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  4. Ceará, realmente um gráfico reforçaria a teoria, mas eu achei que ele era muito simples para ser postado aqui...é bem o que você disse msm.

    Mayara, se você desenvolver a TCS Feminina, terei prazer em publicar aqui, mais uma vez! haha

    tks

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  5. Acho que vc foi muito fundo nessa análise. Me senti maior castradora. que horror!!! será que eu te traumatizei?

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  6. Ficou fera, Honeybee! Tudo faz sentido e adorei as partes cortadas. dei risada! um beijo, gêêênio!

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  7. Acho que para as mulheres, o que faz mais diferença eh a aparência, se ela estiver na classe media ou alta, pq os caras nao estão interessados no dinhedo delas. (nem a gnt no de vcs, mas blz...)

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