terça-feira, 16 de novembro de 2010

5 volantes contra 1 atacante

Voltando a escrever após um tempo afastado e ainda me recuperando de uma fratura de metacarpo e outros "cast matters", sinto que levarei ainda certo tempo para me readaptar plenamente à sociedade e seus dilemas. Me senti quase como um preso que sai da solitária e reencontra a luz.
Logo que saí do meu enclausuramento particular, procurei rever minha lista de contatos, baladas e afins. É então que nessas andanças me deparei com algumas situações nem sempre agradáveis e decidi que devia listar algumas dicas, "no que se refere" a alguns dos erros mais comuns cometidos pelas damas que tenho observado nessa volta à ativa:
  • Gerar expectativa demais: "A expectativa é a pior inimiga do resultado positivo"(Isso me lembra a recente interpretação alcoolizada da frase de Eduardo Sterblitch no Programa do Jô - "O inimigo do bom é o melhor"). Quando se cria uma expectativa para certo acontecimento, todos os sentimentos envolvidos se amplificam. Mal comparando, imagine uma festa que você planeja ir há meses. A expectativa gerada é altíssima. Porém, no dia marcado, chove pra caramba e a música está desanimada demais. Poderia ter sido uma festa normal, como outras tantas, mas pelo fato da expectativa ter sido alta, o que era ruim se tornou muito pior. Minha dica: não divulgue para suas amigas que você pretende fazer algo que pode não cumprir.
  • Demonstrar "pré-indisposição": por mais que você tenha saído com um cara com a idéia de "travar o jogo no meio-de-campo" ou "deixar o freio-de-mão puxado", não demonstre pra ele que você planejou isso. Simplesmente deixe ele pensar: "Putz, não rolou hoje...mas estou no caminho certo". Deixar fluir e saber liberar aos poucos são virtudes muito admiradas pelos homens. Minha dica: nunca diga abertamente que "por aquela noite é só aquilo".
  • Não mostrar um mínimo de interesse por cultura: por mais que você não goste de política, todo homem admira uma mulher que conversa sobre tudo. Assim como nenhuma mulher gosta de um cara que só fala de futebol, nós não apreciamos uma barbie que só pensa em dinheiro, American's Next Top Model ou comédias românticas.  Você tem todo o direito de não gostar de filmes politizados e violentos - vide Cidade de Deus e Carandiru, mas não diga que é "porque não tem interesse". Minha dica: LEIA!
Fico no aguardo de críticas feministas que rebatam meus argumentos machistas e verídicos.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

The Cougar

Quando eu estava nos Estados Unidos, em meio às dezenas de seriados que passam lá todos os dias, um me chamou a atenção em especial: The Cougar. Basicamente era um daqueles seriados em que um bando de manés ficam fazendo macaquices e participam de gincanas para terminarem com a musa do programa, no caso, A COROA (The Cougar em inglês)E isso me fez pensar na tara que os homens têm por mulheres maduras. Quantas vezes vocês já ouviram brincadeiras de mau-gosto de adolescentes em relação às mães (enxutas) dos amigos? Isso sem falar das irmãs mais velhas...
Mas o fato é que, independentemente do sexo, experiência espelha maturidade e geralmente atrai a atenção de meninos e meninas jovens e inseguros. Maturidade essa que acaba conseqüentemente representando maior segurança na vida profissional, pessoal e amorosa.
Discutindo o assunto com um grupo de amigos, um deles me disse: "Pra mim as coroas refletem uma coisa só, S.E.X.O.. Não só pela experiência, mas muitos cientistas acreditam que a mulher chega ao seu ápice sexual depois do homem, por volta dos 30 anos, e mais do que isso, mantém o desejo sexual até uma idade mais avançada, enquanto os homens "cansam" de transar mais cedo".
Como a teoria dele foi embasada na prática, segue um relato do próprio:
Relato uma experiência:
"Estava na balada e comecei a xavecar uma mina. Conversa vai e vem (depois de muita *bilola de ambas as partes, hahaha) ela me fala que tem 35 anos. Conversei mais um pouco (tática conhecida como "recitar a bíblia") e ela não quis ficar comigo. Beleza, continuei de boa na balada (não me lembro se peguei alguém depois). Na saída, eu estava conversando com uma amiga, já na rua, e a mina dos 35 pára na minha frente com o seu carro. Me pergunta se eu não estava a fim de ir pra casa dela (já eram umas 5 da manhã). Resultado: comi ela (que, por sinal, foi bem bom) e fui direto para um jogo da faculdade."
Obs: Aqui ele omitiu o fato de que quando estava subindo pro apartamento da coroa, encontrou com o irmão dela de uns 45 anos no elevador. Cena quase nada constrangedora. haha
E para complementar nosso debate, ainda reforçou sua teoria: "Quero dizer que mulher mais velha sabe o que quer. Não quer ficar dando beijinho na balada. Não quer ir pra micareta e pegar 80 caras. Quer sexo. E essa segurança de saber o que quer, de ter coragem e certeza de que ela parando o carro na minha frente eu ia topar comê-la (ao contrário de qualquer mina mais nova, que tem insegurança até de falar "oi" pra um cara na balada) é o que atrai. Além é, claro, do fato de que elas sabem o que fazem na cama."
Apesar de tudo, eu concordo apenas em parte. Isso porque nem toda mulher/homem mais velho é experiente e seguro de suas atitudes. Pode ser alguma complexada(o) que ficou pra titia(o). E muitas "cougars" estão à procura de um romance, criam expectativas assim como as mais novas e também se iludem com alguns cafajestes. Só que a principal diferença é que uma Coroa sabe diferenciar sexo de romance, o carnal do sentimental. 
Mas uma coisa é certa. Você que gosta de uma ninfetinha e se acha o ban ban ban da mulecada, espere até tomar uma chave de buc*** de uma veterana. Se agüentar o primeiro round, já se dê por satisfeito.


Música:
Drake - I'm ready for you