domingo, 11 de abril de 2010

Teoria da Aprovação

Aprovação é uma daquelas coisas que passamos por toda nossa vida. Seja aprovação dos pais em relação as nossas atitudes, seja aprovação na escola (= aprovação de ano), aprovação da menina que gostávamos no colégio ou a aprovação dos pais da namorada. Mas o que venho debater aqui nessa "Teoria da Aprovação" é uma técnica que tende a facilitar o mance*.
Aprofundando-me no assunto de aprovação, é muito difícil que um relacionamento tenha futuro se seus amigos não gostam da sua parceira. Imagine um relacionamento em que toda vez que se conciliam amigos e namorada, eles acabam entrando em conflito, discutindo por coisas banais ou simplesmente tendo opiniões totalmente divergentes sobre temas tolos. Esse atrito pode impedir que a relação dure bastante. Mas essa constatação não tem nada de novo, de inovador. Para esclarecer melhor o assunto, deixem-me expor a ideia.
A "Teoria da Aprovação" leva em conta o fato de que, quando aprovada pelos amigos, uma pessoa em dúvida tem maior tendência em ficar com quem a está xavecando. Por exemplo: "Um cara chega em uma mina numa balada e começa a conversar. Os dois não se conheciam e o papo flui bastante. Obviamente todos a volta percebem que ele está tentando um approach. E a mina se mostra interessada no assunto, porém alheia às tentações de ficar com o cara."
Na hora que o cara tenta se aproximar é que a "Teoria da Aprovação" se coloca em prova. Se a mina estiver em dúvida, muito provavelmente vai resistir aos ataques num primeiro momento, por mais que ela pareça gostar da situação. Muitas vezes o cara não chegará a lugar nenhum, não conseguirá nem beijar a garota. Mas tudo muda se as amigas o aprovarem! Se alguma das amigas fizer alguma menção ou sinal de aprovação para a "garota indecisa", a teoria sugere que em 70% dos casos a mina decidirá por ficar com o cara, visto que seu grupo social o aprovou. Basta um simples aceno de positivo das amigas ou uma piscadinha dando a entender: "Vai fundo. Esse é firmeza".
Empiricamente comprovada, essa teoria funciona (meus amigos RC e "Sombra", são provas irrefutáveis da eficácia desse método), mas para colocá-la em prática, não é tão simples assim. Nem sempre as amigas da mina vão aprovar seu amigo logo de cara. É aí que os "brothers" entram em cena.
Para que o método dê certo, aconselho que um amigo do conquistador chegue numa amiga (que esteja sobrando) a fim de "fazer a fita" do cara. Bastam algumas palavras genéricas e simples:
- Olha, esse meu amigo é muito divertido. Acho que ele está interessado na sua amiga, mas como ele não é muito do ramo, fica meio durinho*, não sabe como chegar. Ele é daqueles caras que gostam de namorar, xavecar não é seu forte. (haha - cabe uma risadinha falsa aqui). O típico cara que eu aprovaria pra namorar minha irmã".
E pronto! Nessa hora o amigo deve sair de cena. Se a amiga for boa-entendedora, meia palavra bastou. Não adianta forçar a amiga a aprová-lo. A naturalidade da cena quando esse papinho mole funciona, chega a emocionar. Principalmente quando tudo acaba num beijo feliz.


Música do dia:
The Script - Breakeven



2 comentários:

  1. Não achei machista não! Acho tudo verdade e até aumentaria a porcentagem para 80%! Isso realmente funciona! Obrigada pela parte do "aprovaria pra namorar minha irmã", que honra! um beijo, grande.

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  2. Boa,
    portanto, provado que o gui bixo não sabe xavecar.

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