sexta-feira, 30 de abril de 2010

O canalha x O cafajeste


Como alguns já devem saber, esse blog deve muito de sua existência ao Manual do Cafajeste. Neste blog, o CAFA - como se auto-intitula o autor - descreve situações jebísticas* pelas quais já passou e comenta e-mails das leitoras, no intuito de sanar dúvidas, dar sugestões ou simplesmente contar casos engraçados de suas aventuras e desventuras sexuais. 
Expressões como lanchinho (aquela parceira sexual que você pega casualmente), geladeira (o lugar onde se guardam os lanchinhos, para comer na hora em que a fome bater, metaforicamente falando) e cafamóvel (o carro e abatedouro do Cafa) foram cunhadas pelo autor melhor explicar suas ideias em seus posts. Em um desses posts, me deparei com uma definição muito interessante, com a qual eu concordo plenamente: a diferença entre o canalha e o cafajeste. Veja abaixo:


1-) O canalha transa com uma garota e sai contando pra todos os seus amigos pra tirar vantagem e descarta ela da sua lista. O cafajeste transa, conta só pra seus amigos mais chegados, mas mantém contato com a garota. Afinal ele pode precisar dos seus favores quando tiver na seca.
2-) O canalha sai beijando todas que ve pela frente na balada. É muito legal ficar disputando com os amigos quem beija mais (afinal seu cérebro parou de se desenvolver aos 14 anos de idade). O cafajeste escolhe uma só, a mais interessante. Fica com ela a noite toda, troca até contatos, por que se não sair do lugar pra transar com ela, vai transar num outro dia.
3-) O canalha não sabe tratar bem uma mulher. É grosso, mal-educado, destrata pessoas humildes ou empregados como prova de superioridade. O cafajeste sabe quando e que intensidade agradar. Compra chocolate, bichinhos-bonitinhos-de-pelúcia e leva a restaurantes finos, com o único objetivo de fazer a mulher se sentir valorizada e assim alcançar seu objetivo, sexo.
4-) O canalha é burro. Seu senso crítico limita-se a análise do gol mais bonito da semana ou de qual a mais gostosa do Big Brother. O cafajeste sabe se virar em qualquer assunto, se é necessário discutir sobre a moda da estação na frente de mulheres ele vira um estilista, se a garota é fã de Chopin ele se torna um frequentador de concertos, etc
5-) O canalha adora aparecer. Estufa o peito na frente das mulheres, faz piadas prontas, é o amigão de todo mundo e só sabe contar vantagem. O cafajeste não precisa de auto- promoção, o boca a boca é feito pelas próprias pessoas que estão ao seu redor. Ele se adapta ao ambiente mudando sua personalidade de acordo com a ocasião. Ou seja, um é pavão o outro camaleão.
6-) O canalha mente. O cafajeste omite.
7-) O canalha não sabe elogiar (ou xavecar, como se diz em sampa). Quando o faz é tão ruim que se torna uma cantada de pião, “uau, que gata!”, “que delicia”, “o la em casa”. O cafajeste sabe elogiar os pontos-chaves da mulher, “nossa, lindo o seu cabelo”, “que sorriso”, “você emagreceu?”.
8 -) O canalha não sabe cuidar de mais de uma mulher. Acaba confundindo nomes, esquece de ligar pra uma, dá mais atenção pra outra, deixa pistas, etc. O cafajeste sabe tratar todas por igual, quando não está afim de sair com uma ele liga ou manda um sms “bonitinho” pra não perder contato. E mesmo que a mulher saiba que ele é um cafajeste, ele a faz crer que é especial e que pode rolar algo sério.
9-) O canalha deixa pista. Seu scrapbook é lotado de recadinhos de mulheres, no subtitle do seu msn ele cita nomes de mulheres, seu celular está cheio de mensagens comprometedoras e sua mãe sempre entrega o jogo (“o x saiu com uma amiga”). O cafajeste apaga todas as pistas, seu scrapbook é apagado diariamente, o msn tem nicks abrangentes que podem ser adaptados pra qualquer uma (“Que saudades de você”), o celular nunca tem mensagens, e sua mãe é grande aliada pois ele sempre diz pra ela que foi na casa de um amigo.
10-) Canalha é substantivo, cafajeste adjetivo.

Créditos ao Cafa (www.manualdocafajeste.com.br)

Música do dia:

domingo, 25 de abril de 2010

Altas Minas

Mulher alta, em geral, aparenta segurança, boa postura e até -  arrisco dizer - sucesso profissional. Mas engana-se quem pensa que sempre foi assim. Muitas dessas mulheres foram meninas complexadas por causa do tamanho. Digo isso com conhecimento de causa, porque sempre fui o "maior da sala" e, apesar de na época nem pensar tanto nisso, quando vejo fotos do passado, acho muito estranho aqueles braços compridos e aquela postura de pré-adoslecente que cresceu mais do que devia.
Mas voltando a falar das mulheres, tenho uma teoria compartilhada pelo meu roomate Ceará, que profetiza que as minas que eram "deusas" no ensino fundamental, em sua grande maioria acabam virando verdadeiras ruins* na vida adulta. Aquele quadrilzinho meio avantajado pra uma garota da sétima série, acaba virando um baaaaaaaaaita bambolê e aqueles peitos razoavelmente grandes, podem virar uma bela dor nas costas. Mas deixo essa teoria para ser batizada depois. 
O que eu queria aqui, era traçar um paralelo entre essas "intocáveis da sétima-série" e as meninas altas e desengonçadas da mesma idade. Enquanto umas acabam amadurecendo antes da hora (e conseqüentemente,  apodrecendo também), outras que se descobrem encorpadas na fase adulta, podem usar isso a seu favor. Quantas mulheres você vê com a postura de uma Anna Hickmann (1,86m) ou Gisele Bündchen (1,79m)? E se me perguntarem, acho que para elas salto alto deve ser que nem beber cerveja...COM MODERAÇÃO. Não vale usar plataforma de 15cms e ficar maior que 99% dos homens (eu, inclusive).
Fazendo uma análise mercadológica, pessoas altas tem uma abrangência maior do "mercado da pegação". Um cara alto pode ficar naturalmente com qualquer mina menor que ninguém achará estranho. Claro que existem casais e gostos para todos! Só estou frisando que é da natureza animal a caça ser menor e mais frágil que o caçador. Mas nem tudo são flores para os charutões, grandões e varas-de-cutucar-estrela. Uma mulher alta, por exemplo, pode intimidar o sexo oposto (nas vezes em que não é tão feia ao ponto de amedrontá-lo). Intimidação no sentido de que um homem menor que uma mulher, dificilmente chegará nela numa balada ou mesmo tentará aproximação. Porém, a partir do momento que essa mesma mulher assume a "hidden sexiness" contida na sua altura, torna-se muito charmosa, poderosa e segura de si. Então, você que se identifica com esse post (e provavelmente tem perto de 1,75m) não se preocupe. Invista em você mesma. 

Música do dia:
B.O.B. - Nothing on You

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A Estratégia do Miguxo

"Miguxo não pega nada"
Vocês já devem ter ouvido essa máxima, de que quem é aquele amigo "fofo", o "querido", o amigo "gracinha" não pega nada. E ela é verdadeira, no meu ponto de vista. Quanto mais as mulheres amadurecem, menos elas querem alguém com a figura angelical de um amigo e mais elas procuram por um José Mayer, um machão, um cafajeste. Claro que existem exceções, mas, via de regra, o amadurecimento da mulher a leva a gostar de caras com feições e trejeitos maduros (nada mais natural).
Então, eu tento entender qual é a do MIGUXO! Aquele cara que só consegue se aproximar de uma mina sendo seu melhor amigo! Aquele que vira amigo do namorado só para poder ficar junto do casal e acha que a felicidade da amada é o que importa, seja com ele ou seja com outro cara. Caia na real amigón.
Mas acho que isso tem uma explicação. Para simplificar, vou descrever 2 tipos de homens: 1. os  que gostam de se relacionar com mulheres e 2. os que gostam de ser relacionados pelas mulheres. Os primeiros são aqueles bonzinhos, que fazem tudo direitinho, que viram amigos da mina, que gostam da intimidade, do carinho feminino e acabam se relacionando intimamente com elas. O segundo tipo, são aqueles que querem ser "visados" pelas mulheres, que gostam de aparecer, de ficar em evidência por sua masculinidade e não pela amizade e conseqüentemente são relacionados por elas para festas, baladas ou jeb casual como companhia. Nenhum dos dois tipo é perfeito. Mas o ideal, como tudo na vida, é saber mesclar. Nem 8, nem 80. Se você se encaixar no perfil 2, pode ser tachado de Zé famoso e se se encaixar totalmente no perfil 1, provavelmente vai cair na zona do Miguxo. Mais uma vez, o meio-termo é importante.

Para tentar entender a estratégia do miguxo, farei um exercício de lógica. 
Se você está afim de uma mina, o que deve fazer?
- Aproximar-se dela.
OK. Até aí, sem erro. Mas o problema em questão nos gera três perguntas essenciais:
- Como? Quando? Quanto?

Como? A forma que você utiliza para seu "approach" é muito importante. Parecer inofensivo no começo, pode ser uma boa tática, contanto que você saiba revertê-la. Você pode chegar numa mina fingindo que não quer nada, no estilo mineirinho, mas em algum momento você terá que mostrar que não quer ser apenas mais um amigo. É nesse ponto que os miguxos pecam. Não sabem o momento certo de deixar a amizade de lado e se jogam de cabeça naquele coisa de irmão-irmã.
Quando? Em se tratando do momento certo, não existe uma fórmula correta. Mas se você tem interesse sexual na pessoa, deve achar brechas para tecer elogios ou xavecos indiretos. Aqui cabe uma consideração que você não deve abusar dessa técnica, para não se tornar petulante, pegajoso ou intrometido.
Quanto? "Quanto" nesse caso nos remete a até que ponto podemos entrar de cabeça numa amizade. Minha dica: A amizade com interesse é como um livro de criança. Primeiro LIGUE OS PONTOS e depois comece a COLORIR lentamente. A amizade colorida começa assim.

Portanto, Miguxo...Pule desse barco aí.
É preciso coragem e auto-estima para sair dessa zona de conforto do miguxo e se posicionar como "alguém a ser desejado". Os miguxos, em sua grande maioria, estão fadados a morrerem na praia. Para tomar esse posicionamento, aproveite e crie chances para que a desejada(o) te veja como um animal prestes a dar o bote e não um como um bichinho de pelúcia ou de estimação.

Música do dia:

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Zé Famoso, o sem amigos

Parando um pouco de falar de jeb* na tentativa de não mais afugentar as crianças e velhinhas que lêem esse blog, vou falar um pouco de amizade. Ou da falta dela. E pra isso, realmente espero que você tenha um "melhor amigo" ou "melhor amiga" ou até mesmo um BFF (Best Friends Forever - bem brega, por sinal) para que não se sinta sozinho no mundo. Não vou falar de confrarias, amizades coloridas ou irmandades. Mas sim da amizade de um modo simples.
Amizade que brota sem interesse. Aquela amizade que, quando você menos espera, percebe que está confiando seus maiores segredos a um colega - é nesse momento que ele se torna seu amigo. Amizade verdadeira como a daquele cara que pega um puta trânsito em São Paulo só pra te dar um tchau no aeroporto porque sabe que você vai ficar um ano inteiro longe dos amigos e família num longínquo lugar chamado Intercâmbio.
Maaaaaaas...Do outro lado da moeda, existe um tipo de pessoa que me irrita e sempre me irritou - o Zé Famosinho. Aquele cara que conhece todo mundo e, toda vez que você troca de colégio, entra na faculdade ou vai bater uma bola, parece ter uma melancia no pescoço e ser amigo íntimo de todos (Mas meu não!).
Comparando a vida urbana com a savana, o Zé Famosinho é quem tenta se mostrar o leão da turma, mas logo todos acabam percebendo que ele não passa de um pavãozinho (aliás, será que pavão dá um bom assado?). Isso mesmo. O Zé Famoso, invejado no 3o ano do colégio e até admirado por algumas famosinhas do colégio, não passa de um pavão sem amigos.
Um bom exemplo de quando acontece essa pavonice é o momento em que entramos na faculdade, mais especificamente na primeira semana de aula, e nos deparamos com um mundo totalmente novo (cito aqui novamente a faculdade porque conheci alguns roberts* muitos clóvis* durante os anos de graduação). Às vezes por interesse, muitas vezes por nos sentirmos sozinho e raras vezes por afinidade, nós acabamos nos unindo ao grupo de colegas mais próximo e não necessariamente ao grupo no qual nos encaixamos melhor. Só o tempo para nos revelar quem são os verdadeiros amigos - o problema é descobrir isso tarde demais.
Mas voltando a falar do Zé Famoso, acredito que deve ser muito triste, após anos de convivência dentro de um grupo social, descobrir que ninguém é realmente seu amigo! O ex-Zé Famoso se revela um Zé Ninguém, porque quando entram novas levas de calouros, ninguém mais se lembra que ele era o Mr. Famous e ele se vê envolto de amizades superficiais e nenhuma verdadeira. Todas as amizades que o Zé Pavão fez, foram pontuais e com interesses em conhecer a mulher do vizinho, uma maneira de ficar em evidência ou não perder a pose (Lembre-se!  Ele não tem amigos íntimos!).
Vocês vão conhecer muitas pessoas assim. Não os invejem. Porque se você não for um deles, vai acabar achando amizades verdadeiras onde menos espera. Encontrando naquele francês que pulava de namoro em namoro ou naquele cara meio estranhão, que não achava um corte certo pro cabelo e mudava seu nome na balada ou até mesmo naquele japonês bebaço, verdadeiros amigos.


Eu tenho amigos verdadeiros. Sei com quem posso contar na hora da fossa ou num dia em que a gasosa acabar às 3h da manhã no meio de uma favela cercado de marginais armados com AK-47s carregadas até o talo (tá bom...nem tanto).


Meu único medo é meu alter ego Nestor de Velasco.
Esse cara que sai de dentro de mim quando eu bebo além da conta, sabe como "perder amizades de 10 anos em 10 minutos". Mas até nos atos falhos, quem realmente é seu amigo vai saber que você errou - e errou feio- mas que você não é assim. 


E mesmo se você for assim, seu BFF vai pensar: ".........Cacete. Lá vou eu ajudar esse merda de novo".


Música do dia:
Paramore - Decode (acoustic)

domingo, 11 de abril de 2010

Teoria da Aprovação

Aprovação é uma daquelas coisas que passamos por toda nossa vida. Seja aprovação dos pais em relação as nossas atitudes, seja aprovação na escola (= aprovação de ano), aprovação da menina que gostávamos no colégio ou a aprovação dos pais da namorada. Mas o que venho debater aqui nessa "Teoria da Aprovação" é uma técnica que tende a facilitar o mance*.
Aprofundando-me no assunto de aprovação, é muito difícil que um relacionamento tenha futuro se seus amigos não gostam da sua parceira. Imagine um relacionamento em que toda vez que se conciliam amigos e namorada, eles acabam entrando em conflito, discutindo por coisas banais ou simplesmente tendo opiniões totalmente divergentes sobre temas tolos. Esse atrito pode impedir que a relação dure bastante. Mas essa constatação não tem nada de novo, de inovador. Para esclarecer melhor o assunto, deixem-me expor a ideia.
A "Teoria da Aprovação" leva em conta o fato de que, quando aprovada pelos amigos, uma pessoa em dúvida tem maior tendência em ficar com quem a está xavecando. Por exemplo: "Um cara chega em uma mina numa balada e começa a conversar. Os dois não se conheciam e o papo flui bastante. Obviamente todos a volta percebem que ele está tentando um approach. E a mina se mostra interessada no assunto, porém alheia às tentações de ficar com o cara."
Na hora que o cara tenta se aproximar é que a "Teoria da Aprovação" se coloca em prova. Se a mina estiver em dúvida, muito provavelmente vai resistir aos ataques num primeiro momento, por mais que ela pareça gostar da situação. Muitas vezes o cara não chegará a lugar nenhum, não conseguirá nem beijar a garota. Mas tudo muda se as amigas o aprovarem! Se alguma das amigas fizer alguma menção ou sinal de aprovação para a "garota indecisa", a teoria sugere que em 70% dos casos a mina decidirá por ficar com o cara, visto que seu grupo social o aprovou. Basta um simples aceno de positivo das amigas ou uma piscadinha dando a entender: "Vai fundo. Esse é firmeza".
Empiricamente comprovada, essa teoria funciona (meus amigos RC e "Sombra", são provas irrefutáveis da eficácia desse método), mas para colocá-la em prática, não é tão simples assim. Nem sempre as amigas da mina vão aprovar seu amigo logo de cara. É aí que os "brothers" entram em cena.
Para que o método dê certo, aconselho que um amigo do conquistador chegue numa amiga (que esteja sobrando) a fim de "fazer a fita" do cara. Bastam algumas palavras genéricas e simples:
- Olha, esse meu amigo é muito divertido. Acho que ele está interessado na sua amiga, mas como ele não é muito do ramo, fica meio durinho*, não sabe como chegar. Ele é daqueles caras que gostam de namorar, xavecar não é seu forte. (haha - cabe uma risadinha falsa aqui). O típico cara que eu aprovaria pra namorar minha irmã".
E pronto! Nessa hora o amigo deve sair de cena. Se a amiga for boa-entendedora, meia palavra bastou. Não adianta forçar a amiga a aprová-lo. A naturalidade da cena quando esse papinho mole funciona, chega a emocionar. Principalmente quando tudo acaba num beijo feliz.


Música do dia:
The Script - Breakeven



domingo, 4 de abril de 2010

Mulheres e Mulheres

Após alguns posts considerados machistas, espero por meio desse me redimir, salientando algumas características que mulheres que admiro têm em comum. E dando dicas às que não exercitam essas qualidades para adaptarem seu comportamento - por mais pretensioso que isso soe. 
A sociedade hoje em dia, julga muito as pessoas por seu comportamento em diversas situações, desde uma entrevista de emprego até um encontro a dois. Em se tratando de mulheres, acredito que a moderação no comportamente é importante na medida em que qualquer deslize pode tachá-las de vulgares ou coisa parecida. 
Por mais ridículo que isso seja, "manter a imagem" é importante para a adaptação na sociedade e para que outras pessoas elogiem o comportamento da mulher (tudo isso vale para o homem também, mas as dicas a seguir são mais direcionadas ao público feminino). Para quem a carapuça sirva, não peço que mude seus hábitos e costumes, apenas pense nas dicas a seguir para melhorar alguns aspectos do seu "behaviour". Por outro lado, tampouco acho que uma mulher deve fingir um tipo de comportamento apenas para agradar ao parceiro - até porque após algum tempo de relacionamento, não há máscara que não caia.

- Ser "uma graça" é diferente de "fazer graça"
Homens apreciam um bom senso de humor, mas o limiar entre ser engraçada e ser escrachada é muito tênue. Contar piadas em voz alta, ficar fazendo trocadilhos com tudo e com todos intimidam de certa forma o sexo oposto.

- Mantenha-se informada para ter opinião/assunto
Muitos homens confessam que após anos de casamento o que resta é "muita conversa". Portanto, se você, mulher, não tem opinião formada sobre diversos assuntos e não se informa, dificilmente terá um relacionamento longo e sólido.

- Cuide da beleza, mas não deixe a beleza tomar conta de você
Pesquisas comprovam que a beleza está associada ao sucesso profissional e à auto-estima pessoal. É essencial se cuidar e no caso da mulher, fazer as unhas, chapinhas e depilações necessárias. Porém não deixe que a beleza suba à cabeça e te domine. Como diz o poeta Vinicius de Moraes:

"Senão é como amar uma mulher só linda. E daí?
Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza
Qualquer coisa que sofre, Qualquer coisa que chora"

Espero que o post não soe pretensioso demais. 
Principalmente porque a maioria das mulheres que conheço, cada qual à sua maneira, me inspirou nesse post. Cada qual por sua peculiaridade, pela classe e pela leveza com que se comportam de forma natural, sem forçar nada.
É...difícil admitir isso. Mas ao final do post vejo que nós, homens, temos muito mais a aprender do que elas.

Música do dia: